Quando tinha lá uns 13, 14 anos, escutava bastante rádio (Poprock e Ipanema, principalmente, Atlêntida também). Sempre curti, tinha ilusão de poder ser DJ de rádio, escolher as músicas, etc. Mas com o declínio fatal das rádios e o súbito poder do império do mp3. Lá por 2000, quando a banda larga passou a ser mais popular e o Napsters e Soulseeks bombavam demais, a rádio começou a ser escanteada (graças à baixa qualidade, repetição insistente de músicas ruins, jabá). Eu cheguei a gravar um Clube do Ouvinte com o Claudio Cunha e a Katia Suman, na Ipanema, e fiz um programa legal com o Arthur de Faria na Poprock, mas nunca consegui de fato entrar no mundo das rádios. A troca do curso de Jornalismo pelo de Publicidade também ajudou nisso.
Pois já não é de hoje que a internet permite podcasts, mixtapes, etc, e me surpreende que eu nunca tenha parado para fazer algo assim. Há umas semanas, ouvi alguns cloudcasts do Douglas Dickel e pensei que poderia fazer parecido. Pois ontem, segundo dia do ano de 2012, organizei uma playlist e gravei um comentário besta ao final. Esse blog sempre foi em português e não pretendo mudar isso, mas achei correto colocar o podcast em inglês, para poder, de repente, ter ouvintes de fora do Brasil. Provavelmente não vai acontecer, mas enfim, deixa assim.
Quem quiser ouvir minha primeira experiência, é só clicar aqui (não descobri como colocar o widget diretamente no WordPress).
Na hora de gravar a parte falada, subi para o terraço, por que a casa estava cheia e eu tinha vergonha de gravar na frente de todo mundo. Era noite e tava frio, por isso o barulho de vento pegou no microfone em alguns momentos.
Mas gostei desse teste, pretendo manter esse programa a cada duas semanas.