Screaming from beneath the waves

O Cuper fotografou com filme durante o Carnaval e foi gentil o suficiente para escanear e mandar algumas das fotos. Publico algumas, com a devida autorização do barbudo fotógrafo. Artas foto.

Next the pain away

Há um mês e três dias, postei sobre minha primeira experiência chocante com o Chatroulette. Essa semana, não sei o motivo, o site ganhou uma certa notoriedade, ganhando posts em diversos blogs, uma entrevista na Vice, boas análises em sites de notícias e, claro, um tumbler dedicado a compilar os print screens mais bizarros enviados por usuários.

Mas o mais legal e que resume melhor a história toda é esse vídeo produzido por um sujeito chamado Casey Neistat:

Resultado de toda notoriedade: antes o site tinha entre 2 e 4 mil usuários online, mais ou menos. Hoje em dia, tá rolando até 40.000. Na verdade, mudaram até o contador. Agora sempre aparece “>20.000 usuários”.

A life so changed

Ok, agoras as fotos da minha câmera. Câmera que finalmente bateu as botas, justamente durante o pôr-do-sol mais bonito do feriado (retratado nas máquinas dos amigos, no post anterior). Foi boa enquanto durou, mas agora morreu, pobrezinha.

Temos aí 60 fotos, fotos pra burro, mas quem se importa? O tempo não ajudou muito pra termos fotos mais bonitas, mas trabalhamos com o que temos. Peço desculpas pela edição esquizofrênica e desigual. É que era tanta foto que uma hora comecei a avacalhar.

You’re a part of everything

Pra começar a revista do carnaval, algumas fotos oriundas de câmeras alheias (Nego, Lu e Egs). De noite posto as da minha.

Sobre o carnaval, a viagem em si foi INFERNAL, tanto na ida quanto na volta. Engarrafamentos épicos, confusões ridículas, gente sem noção e desonesta.

Mas o tempo em que ficamos na Guarda foi recompensador. Estar entre os velhos e bons amigos é algo cada vez mais raro e sempre parece que é a última vez. Foi bem aproveitado, apesar do tempo mais ou menos e das faltas de luz constantes.

Destaque para o almoço diário de empanada 4 queijos + açaí fatal. E saudações à tia do Nego, pela disponibilização da pousada. Grande lance. E a Guarda é sempre do caralho, um lugar único.

Bokke

Na volta do carnaval, passei dois dias em Porto Alegre, pra aproveitar a parceria do Nego no país, pra sair um pouco, coisa que tenho feito pouco no último ano. Mas também aproveitei pra ir no cinema, em uma tarde vi dois filmes:

O Lobisomem – Esperava algo melhor (considerando o elenco de responsa), mas deu uma alegriazinha no coração de ver a cena ultraclichê do lobisomem uivando pra lua. Nota 8.0

Invictus – Nada mais previsível, como todo filme do Clint Eastwood, mas tem bons lances, bons ensinamentos, como todo filme do Clint Eastwood. Impossível não ficar impressionado com o retrato de um homem como Mandela. Mas a cena mais do caralho não tem nada a ver com nada e é o momento do HAKA. Me faz correr uma lágrima instantaneamente, não sei explicar o motivo. Nota 8.9

Detalhe da sessão do Lobisomem:

-Qual tua idade?
-…26? Tem alguma diferença?
-É que o filme é pra maiores de 18. A gente vê cada coisa.

Não sei o que ele quis dizer com isso, mas prefiro acreditar que ele pensou que eu tinha tinha 17. Acho que os 5kg que perdi nas férias + cabelo ridículo + bronzeado rejuvenescedor ajudaram nessa louca impressão.

New life break away

Sábado fui dormir tarde, tão tarde que já era hoje e sol tava nascendo no domingo. Resolvi fazer o que vinha prometendo fazer havia um tempinho: ir sacar umas fotos do nascer do sol. E não me arrependi. Passei ali das 6:17 às 7:14. O sol mesmo apareceu às 6:58.

E não foi só o nascer do sol que foi lindo, a tarde e o pôr-do-sol foram embasbacantes. Tem sido gratificante essa estadia em Imbé. Sempre gostei muito dessa casa da praia, mas nunca tanto quanto agora. Meu carinho por ela renasceu forte. 🙂

Poderia ficar aqui pra sempre, só falta um cinema e alguns amigos específicos.