This can’t be undone

Wilco+1

Disco novo do Wilco na área(não conferi o link, mas enfim, de repente funciona). Como todo disco do Wilco, Wilco (The Album) carece de umas 4 ou 5 audições pra cair a ficha. Mas, quando cai, não tem volta. MUITO bom. Destacaria “One Wing” e “Black Bull Nova”. A música cantanda em dueto por Jeff Tweedy e Feist, “You and I” também é boa, assim como a primeira faixa, “Wilco (The Song)”.

A boa capa do disco:

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I wish that they’d swoop down in a country lane late at night when I’m driving

Uma troca de emails que pode apavorar aqueles que temem histórias de aliens.

aliens

oi, tudo bem?

seguinte, tenho uma memória vaga e antiga de uma história que tu contou na aula uma vez: tu disse que sei lá quem que tu conhecia trabalhava na NASA e eles PROVARAM por a + b que existe uma quarta dimensão e que é a morte. tu tem alguma lembrança de ter falado isso alguma vez? posso dizer que me impressionou. hehe.

e tu ainda teria acrescentado que essa informação não é divulgada pra não gerar pânico no pessoal.

enfim, esclarece essa história.

abraço, Henrique

E a resposta:

Oi Henrique!

Sim, eu contei essa estória que eu ouvi da Fulana de tal, brasileira convidada pela NASA para trabalhar lá e médica especializada em medicina aeroespacial. Ela também trabalhou com os governos do UK e Alemanha. (…) Ela é totalmente credenciada nisso e essa estória ela me contou num jantar onde ela dizia isso sobre a 4ª dimensão e
também que sim, existe aquilo na área 51 e que há duas espaçonaves (EXATAMENTE COMO NO FILME) e dois aliens mortos e um vivo. Que isso era consenso na comunidade científica e que realmente não se divulgava nada por medo de pânico e especulações. Ela dizia que a 4ª dimensão não era tempo, que era sim algo como a morte, mas que nessa outra dimensão existiam outras pessoas e que, por vezes, por buracos no tempo essas dimensões se “cruzavam” e nós poderíamos enxergar “eles” e vice-versa, e q por isso muitas pessoas acreditavam estarem vendo
espíritos.

OK.

So I could be the tallest man in your heart, babe

Só pra fechar a estatística musical de Sydney, tudo que eu ouvi segundo o Last.fm:

1.Os 25 artistas mais ouvidos, Kanye ultrapassou MMJ na finaleira, correndo por fora.

2.Discos mais ouvidos, Fleet Foxes e Shallow Graves (The Tallest Man on Earth) quase empatados nas duas primeiras colocações.

3.Músicas mais ouvidas, “Albatross”, oficialmente a minha música preferida de todos os tempos e a música que tocaria no meu funeral se eu merecesse um filme biográfico, ganhou com 50% de execuções a mais que “Into the stream”, do Tallest Man on Earth.

Sobre iPods, preciso trocar de uma vez o fone branco chama-pivete pra um preto discreto. Caminhei pra caralho hoje e fiquei paranóico. Mas fiz algumas das coisas da minha lista, como ir no banco, passar no Gui pra deixar as encomendas dele e dar uma olhada na situação de viabilizar um celular pra mim.

Please don’t confront me with my failures, I had not forgotten them

Bom, no fim nem deixei o tradicional post de saída.

Últimos dias foram ok, apenas aproveitando, sem muito stress, conforme a chuva permitia.

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Como sempre, estou absurdamente lotado de coisas nas malas, até estourei o peso de 2 malas de 32 kg, mas consegui rearranjar as coisas sem perder demais. Deixei pra trás pouca coisa, entre elas uma camiseta pro Titanic (valeu pela carona pro aeroporto) e um tênis pro Nego (valeu a parceria na casa, sabemos que morar junto é complicado às vezes, mas acho que saímos praticamente ilesos dessa experiência).

Na última noite em Sydney, Oxford Street estava completamente lotada e vi umas das brigas mais sangrentas da história. QUATRO camburões de polícia chegaram pra recolher, depois que a alguns tiras à paisana algemaram os esquentadinhos. Entre outros destaques, o Nego achou um chapéu legalzinho do lado de uma máquina de jogo. Nessa máquina, a Chi jogou um dólar e, depois de uns 10 minutos de emoção, chegamos a ganhar 3,80, depois baixou de volta pra 80 centavos até fechar, no final, com sensacionais 19 dólares de prêmio. Yessss.

No mais, valeu a todos pelo ano excelente que tivemos na Austrália. Há 365 dias, eu disse que, se voltasse, teria sido por que fracassei. Acho que fui muito severo comigo mesmo. A viagem e tudo que ela me proporcionou não poderiam ter sido melhores. Ganhei muita experiência na minha área de trabalho, como não poderia ter conseguido de nenhuma outra forma. Ainda tive a chance de tirar férias duas vezes em destinos sensacionais (uma tia de Manaus perguntou se eu conheci a GAL COSTA na Australia – ela se referia a Gold Coast).

Ao longo das 21 horas de viagem, assisti JCVD, Tyson e Linha de Passe no vôo (no meu computador, por que Aerolineas não rola filminho), além dos últimos 3 episódios de Family Guy que faltavam ver.

Agora vamos ver o que tem nesse Porto Alegre pra aproveitar.

-=-=-

Cheguei com 2 horas de atraso, Feli e Beto tinham ido direto do jogo do Grêmio pra me buscar e tiveram que ficar esperando. Na ADUANA, nenhum problema. O fato de eu ter perdido minha declaração de bens junto com meus passaportes em Paris acabou desviando qualquer outro assunto relativo a limite de U$500 em eletrônicos e tudo mais. Não que eu tivesse estourado, mas seria ruim ter que desfazer a mala. Na real, a gente sempre se preocupa HORRORES com essas merdas e nunca dá nada. Tava todo mundo muito mais preocupado com a gripe suína (staff de todos os aeroportos usando máscaras).

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A janta de boas vindas foi excelente, tradicional carreteiro na casa do Tio Osmar. Só faltou carcar um pouco mais na pimentinha, tio. Já de chegada, jogarei aquele futsal confirmado da segunda de noite.

E uma diferença sensível entre Australia e Brasil: aqui a internet VOA SEM LIMITES. 🙂

Octopus’ garden

Pois eu aproveitei meu último dia de semana em Sydney para dar uma passeada no Taronga Zoo, zoológico mais tradicional da cidade. Foi um bom passeio, apesar da chuvinha que insistia em cair e que se tornou um temporal exatamente em um momento em que eu estava longe de uma cobertura. Me molhei bonito.

Fui na parte dos ornitorrincos, meu bicho preferido, mas não consegui ver nenhum, pois eles meio que se escondem de dia.