Lightrails

Brincando com as luzes a partir da sacada do Dario.

It’s a line that’s always running

Esta semana estamos recebendo duas primas, a irmã e uma amiga da Chi, só que, por sorte, o Dario está viajando e nos deixou a chave do apartamento dele, oferecendo o lugar para hospedar as quatro. No nosso apartamento, seria gente demais. Assim também elas ajudam dando de comida para o gato. E lugar tem uma vista privilegiadíssima, como se pode ver pela panorâmica, mas é foda: não tem elevador e são seis andares de escadas apertadas e extremamente íngremes. Mas vale a subida. Foda é o cara sair de casa de manhã e se dar conta que esqueceu algo importante. Haja perna. E se tem um cara distraído, é o Dario. 😉

Off!

Semana passada aconteceu um evento de verão organizado pela empresa onde trabalho. Subimos a serra para uma espécie de resort e aí tivemos refeições, bebidinhas e atividades diversas, incluindo confeccionar um mosaico e gravar um videoclipe em estilo lipsync. Não estava mal.

Oye

Um registro da passagem de duas amigas australianas da Chi pela nossa casa.

Here comes a new challenger

Outro dia estava estacionando a bicicleta depois do trabalho e escutei urros e palmas. Havia um furdunço na beira da praia, fui conferir o que era. À primeira vista, pensei que era uma roda de capoeira, havia música. Chegando mais perto, notei que era uma espécia de campeonato de luta livre promovido pelos africanos que geralmente se reúnem em volta do monumento La Estrella Herida.

Corri para cara buscar a câmera e voltei para observar e fotografar. Bem divertida a função, no esquema tipo judô, sem chute nem soco, nem dedo no olho nem mão no saco. É só derrubar o oponente no chão, a areia nas costas denuncia a derrota. O árbitro é um cara que está sempre pinguço pelas redondezas, ele tocava uma flauta ao invés de um apito. O destaque da tarde foi um francês, o sujeito mais branco das fotos, que venceu duas vezes os africanos e foi declarado o campeão da jornada.

Teria feito um “Here comes a new challenger” contra ele, se tivesse com quem deixar a câmera. Ainda mais agora que o Iuri me ensinou uns lances aí para derrubar os caras.

Tchucanthide

Voltando da praia, passamos por um evento da NBA e uma manifestação pela independência da Cataluña.

Ocata!

No último dia da mãe aqui, devido a uma série de eventos desafortunados, não consegui fazer o que queria originalmente, que era levá-la pra Sitges ou St. Pol de Mar, duas das praias mais legais a menos de uma hora de Barcelona. Acabamos escolhendo uma opção um pouco mais perto, uma praia que a gente nunca tinha visitado: Ocata. É uma praia mais estilo Brasil, uma faixa de areia maior, mais pessoal catalão, que vai pra praia de carro, etc. Até que tava legal, mas nada se comparado a um dia em Sitges. Fiquei dias triste por não ter dado tão certo o último dia da mãe aqui, mas enfim, acontece. Fica pra próxima.