Movies 2018/19

Agora que passou o Oscar, posso colocar aqui minha listinha humilde.

A Ciambra foi com certeza meu filme favorito, apesar de ser de 2017, só chegou a mim em 2018. The Favourite foi espetacular, especialmente na parte técnica. Esse Yorgos Lanthimos entrou na lista de diretores para assistir a todos filmes.

BEST 8

A Ciambra – 9.1 – ESPETACULAR, nada a acrescentar.
The Favourite – 9.0 – Atuações espetaculares, adorei a luz natural e as lentes grande-angulares.
Minding The Gap – 8.8 – Vi esse no festival de documentários Antenna. Muito bom, tocante.
Blackkklansman – 8.8 – Sempre pode-se confiar no Spike Lee.
A Star Is Born 8.8 – Meio blockbuster, mas feito com carinho. É um pouco auto-indulgente da parte do Bradley Cooper, mas valeu a pena.
Incredibles 2 – 8.7 – Tão bom quanto o primeiro.
Eighth Grade – 8.7 – Esse correu por fora e foi bem. Vale conferir.
Spiderman – Into The Spiderverse – 8.7 – Animação sensacional, bastante original.

QUITE GOOD

Alita Battle Angel – 8.6 – Curti bastante o visual desse filme.
Won’t You Be My Neighbour? – 8.6 – Belo doco sobre um cara que eu não conhecia.
Solo – 8.5 – Sei que os fãs não curtiram, mas talvez seja um dos meus filmes favoritos da série Star Wars, pela simplicidade.
Ready Player One – 8.5 – Num clima bem parecido com Alita, um exercício divertido.
Crazy Rich Asians – 8.5 – Para uma comédia romântica sem-vergonha, foi muito bem feito.
Roma – 8.5 – Alfonso Cuarón nunca desaponta. Belo filme, especialmente na parte técnica.
Blockers – 8.5 – Surpreendeu muito essa comédia com atores meio B. Me prendeu bastante, gostei muito do Ike Barinholtz.
Bohemian Rhapsody 8.4 – Esse filme foi um dos que mais ficaram comigo depois de ter assistido, passei quase um mês assistindo documentários no YouTube sobre o Queen.
Juliet, Naked – 8.3 – Comédia romântica boa, bons atores. Ethan Hawke e Chris O’Dowd são excelentes.
Hereditary – 8.3 – Filme de terror bizarro, gostei da audácia.
Figlia Mia – 8.2 – Peguei esse no festival de cinema de Sydney, mais um belo filme italiano.
Blindspotting – 8.1 – Muito bom esse também.
Annihilation – 8.1 – Mais que nada pela cena do urso-caveira.
Deadpool 2 – 8.0 – Sempre bom.

Venom – 8.0 – Filme louco, gostei bastante. Surpreendeu.
First Man 8.0 – Podia ter sido melhor, mas foi massa de conhecer um pouco melhor a história.
Searching – 8.0 – Totalmente original na maneira de contar uma história através da tela de um computador.

HAS ITS MERITS

Love, Simon – 7.9
Can You Ever Forgive Me? – 7.8
Sicario Day of The Soldado – 7.7
TAG – 7.6
Green Book – 7.6
Ralph Breaks The Internet – 7.5
The Breaker Upperers – 7.5
Avengers Infinity War – 7.5
Creed 2 – 7.3
You Were Never Really Here – 7.3
Game Night – 7.2
Bad Times At The El Royale 7.1

OK

When Jeff Tried to Save the World – 7.0
Mission Impossible Fallout – 7.0
Hearts Beat Loud – 7.0
A Quiet Place – 6.9
On The Basis Of Sex – 6.8
Ant-Man and the Wasp – 6.5

CRAP

Red Sparrow – 5.5
Jurassic World – Fallen Kingdom – 5.0

Last.fm Music 2018 (& Podcasts)

Para não deixar passar em branco, colo aqui a situação do meu Last.fm durante o ano de 2018.

A grande mudança nos meus hábitos musicais veio com a – tardia – adoção do Spotify como meio principal de consumo de música. Motivo: comprei um computador novo com menos espaço no HD, se eu colocasse todos meus mp3 ali, não teria espaço para mais nada.

Entre prós e contras, acho que a mudança é boa, em geral. A saída da ilegalidade é definitivamente um pró. Procurar uma música ou artista e não achar é bastante frustrante. A parte das recomendações é bem legal, funciona bem. O acesso direto a lançamentos de HOJE é muito bom. E até escutar algumas músicas que nunca tinha escutado antes de artistas que acho que domino a discografia completa. Depender de estar online para escutar música é meio palha, porém.

Sem mais rodeios, vamos aos fatos.

Entre os cinco artistas que mais escutei, apenas uma novidade: Amen Dunes.

De resto, minha banda preferida (Radiohead), duas obsessões contemporâneas com timbres nostálgicos (M83 e Blood Orange) e um dos discos mais legais dos últimos anos (Iron & Wine – Beast Epic).

Na lista mais extensa, apenas duas outras novidades: Kid Francescoli e Arctic Monkeys (que eu não gostava na versão nervosinha de sempre e que se revelou bem melhor ao piano, como no último álbum). De resto, as parcerias de sempre.

Especificamente em discos:

Lançados em 2018, destaques para Negro Swan, do Blood Orange. Um disco conceitual, escutei bastante. Como citado, Tranquility Base Hotel & Casino, do Arctic Monkeys parece que não agradou muito os fãs costumeiros, por isso me agradou. Diferente, tem algumas músicas muito boas ali.

Amen Dunes – Love, passei muito tempo ouvindo esse disco. É um pouco estranho, mas por algum motivo deixei rodando bastante de fundo.

Um disco que só toquei por causa do Spotify foi esse Sing Into My Mouth, de covers do Iron & Wine com o vocalista do Band of Horses. A versão acústica de “This must be the place” é sensacional, foi uma das trilhas do ano.

Esse Play Me Again do Kid Francescoli, foi lançado em 2017, mas, por causa da música “Moon“, acabou me pegando de jeito e é bem legal, estilo Air.

Faixas únicas:

Canções presentes nas minhas playlists preferidas acabam tomando a frente. Todas essas canções têm razões específicas para estarem aí, destaco “Recto Verso”, que tem um sax maroto, bom para dias quentes como hoje. Já que temos a facilidade do Spotify, coloco aqui o link para uma playlist com essas músicas, se é que tem alguém ainda lendo isso aqui.

Acho que a quantidade de músicas escutadas foi diretamente afetada pelo meu apego aos podcasts, mania que tomou o mundo nos últimos anos. Talvez valha a pena citar os que eu mais escuto:

Armchair Expert, com Dax Sheppard e Monica Padman, entrevista meio aleatórias com celebridades e alguns menos conhecidos. A entrevista com Kristen Bell, a esposa dele, foi uma das mais legais.

WTF Podcast, com Marc Maron. Esse é um dos podcasts mais famosos do mundo, feito por um comediante que era meio fracassado até fazer sucesso com as longas entrevistas de celebridades em geral. Ele é meio resmungão, mas é parte da graça. Achava mais legal quando o motivo da entrevista não era necessariamente divulgar algum filme/livro/disco novo. Ultimamente tem sido assim. Gosto muito da entrevista com John C. Reilly.

Making Sense, com Sam Harris (acabou de mudar de nome, era Waking Up). Uns PAPOS MAIS CABEÇA, sempre bem interessante, mesmo que tu não conheça os convidados (mais do que entrevista, é uma conversa). O episódio com Yuval Harari é muito bom, recentemente Stephen Fry foi bem legal e esta conversa com Douglas Rushkoff foi muito informativa.

É isso.

Filmes 17/18

Pensou que eu esqueceria de colocar a lista de filmes desse ano? PENSOU ERRADO. 😉

Esse ano resolvi fazer diferente e lançar minha lista do ano junto com o Oscar, já que muitos filmes bons são lançados logo antes do evento. Problema é que esqueci de lançar antes, o Oscar acabou há umas duas horas.

Ou seja: minha lista desse ano contém filmes do Oscar desse ano e do ano passado.

MELHORES

Blade Runner 2049 9.7
The Florida Project 9.2
The Shape of Water 9.1
Three Billboards Outside Ebbing, Missouri 9.1
Logan 9.1
Baby Driver 9.0
Lala Land 9.0
Thor Ragnarok 9.0

Blade Runner 2049: Venceu com folga, para mim. Foi o único filme que assisti no cinema duas vezes nesse ano passado. Também assisti o Blade Runner original três vezes em casa e ainda uma vez no cinema em preparação para a seqüência. Não apenas não me decepcionei como considero um filme melhor. Claro que o Blade Runner original, dentro do contexto em que foi lançado, deve ter sido chocante para quem assistiu no cinema. É um filme sensacional, com uma das melhores trilhas sonoras da história do cinema, efeitos especiais sinistros, diálogos inesquecíveis. Mas o filme novo é lindo demais, com destaque para a beleza de Ana de Armas e aquela incrível cena de sexo, que me lembrou essa aqui. Fico feliz que tenha ganho alguns Oscars.

The Florida Project: Dos filmes lançados na época do Oscar 2018, foi o que mais me encantou. O cotidiano pouco glamuroso das pessoas que vivem ao redor da Disney da Flórida, do ponto de vista de crianças. Atuações tão boas que parece um documentário.

The Shape of Water: eu gostei menos do que esperava, ainda assim um dos melhores filmes do ano. O homem-peixe é massa demais.

Three Billboards: gostei muito, principalmente da atuação do Woody Harrelson.

Logan: A criança mais violenta do cinema desde O Exorcista e Esqueceram de Mim. Seria empolgante apenas por isso.

Baby Driver: que filme BOM. Edição incrível, com música excelente e belas atuações. Algumas das melhores cenas de perseguição de automóveis que eu já vi, ficam ainda melhores depois de descobrir que são feitas, na sua maioria, na prática.

Lala Land: Quem não chorou com essa cena, não tem coração.

Thor Ragnarok: Engraçado pra caralho, todo crédito para a aposta ousada e certeira da Marvel em Taika Waititi.

MUITO BONS

Ladybird 8.8
Wind River 8.8
Call me by your name 8.8
Molly’s Game 8.7
Moana  8.7
I, Daniel Blake – 8.7
Wonder 8.7
Jumanji 8.6
Okja 8.6
The Disaster Artist 8.5
Dunkirk 8.5
I am Heath Ledger – 8.5
Lion 8.5
Guardians Of The Galaxy Ver.2 8.5
Manchester By The Sea 8.5
The Founder 8.5
American Made 8.5
I, Tonya 8.4
Patty Cake$ 8.4
T2 Trainspotting 8.4
Ingrid Goes West 8.3
The Big Sick 8.3
Spiderman Homecoming 8.3
Black Panther 8.3
Coco 8.3
Split 8.3

BONS

Gifted 8.2
Phantom Thread 8.2
Beauty and The Beast 8.1
Wonder woman 8.1
Lego Batman – 8.0
The Accountant 8.0
Alien Covenant 8.0
Good Time 7.9
Brigsby Bear 7.9
Logan Lucky 7.8
Cars 3 7.7
The Post 7.6
Good Time 7.5
My Name Is Doris 7.5
Rogue One 7.5
Mother! 7.5
McLaren 7.3

RUINS

Personal Shopper 7.2
It 7.0
Passengers 7.0
The Beguiled 6.5
Moonlight 6.5
Hidden Figures 6.5
Justice League 5.0

2017 in Music

Como de praxe, eu posso ter parado de atualizar este espaço, mas sempre coloco o resumão do ano na música.

Nos top 5 artistas e álbuns mais escutados, uma certa redundância, exceto pela trilha sonora do Blade Runner, uma das minhas obsessões do ano. Assisti ao filme antigo umas três vezes antes de ir ao cinema duas vezes ver o 2049 (mais sobre filmes do ano no próximo post).

A lista dos Top 18 artistas mais apreciados no ano:

Vangelis e Mulatu Astatke, os que eu nunca tinha escutado antes, entraram com força no ranking.

Dos Top 5 álbuns, o único realmente lançado em 2017 foi o do The XX.

Aqui a lista completa dos Top 18 álbum mais escutados:

A obsessão com Blood Orange seguiu firme em 2017, especialmente no disco mais rodado de todos, Cupid Deluxe. Ganhou com sobras, tendo sido rodando umas dez vezes mais do que o segundo mais tocado.

Dos discos de 2017, o ranking ficou: The XX, Fleet Foxes, Future Islands, Spoon, Broken Social Scene, The War On Drugs e Feist. Dos sete artistas, quatro eu assisti ao vivo em 2017 (FF, FI, Spoon e Feist), um deles já tenho ingresso comprado para breve (TWOD).

E, por fim, a lista das canções mais rodadas:

A grande maioria delas naturalmente vêm dos discos mais escutados, com exceção de quatro ovelhas negras, explicadas abaixo:

Isaac Hayes – Hung Up On My Baby: musicão instrumental que caiu no meu colo aleatoriamente, soa exatamente como eu acho que Nova Iórque era nos anos 70/80.

Pogo – There You Are: esse cara é um baita subestimado. Música que marcou meu ano novo em Lombok e ficou para o ano inteiro.

Canyons – Apples & Pears: com um sample marotíssimo de Rita Lee SOLO dos 80’s, essa grudou no ouvido desde à primeira ouvida (e me levou a escutar bastante à original).

Jessica Brown-Findlay – “Anyone who knows what love is”: retirada direto de Black Mirror, que eu assisti bastante no verão passado. Bom episódio.

Climbing up the walls

Sempre que estou prestes a viajar as pessoas perguntam: tu tá empolgado? Eu nunca estou empolgado, na verdade. Até por que, em um primeiro momento, a minha única certeza é de que vou entrar em um avião. Também por que gosto da minha casa, gosto da minha rotina, gosto de Sydney. Poucas cidades podem ser tão gostosas quanto estar em Sydney, basicamente por causa das belas praias. E eu tenho aproveitado bastante, mesmo com temperaturas já chegando perto dos 20 graus. Desde que o sol esteja brilhando, dá praia, nem que seja só para ler e ver o mar.

Outra razão: eu rompi parcialmente os ligamentos do meu tornozelo esquerdo jogando bola. Foi no dia 24 de Janeiro e ainda não sarou 100%. Essa semana finalmente consegui dar uma corridinha na praia, tenho nadado quando consigo e andado de bicicleta quando convém. Tudo na esperança de recuperar os movimentos completamente e poder jogar futebol quando eu voltar do Brasil.

Essa viagem para o Brasil veio meio de surpresa, na verdade não tenho mais muitas motivações turísticas para ir ao Brasil, já visitei quase tudo que tinha vontade de visitar (com exceção de Minas Gerais e Lençóis Maranhenses). Mas, de vez em quando, é importante visitar os amigos, a família, principalmente minha vó, que já tem mais de 80 (muito bem de saúde, diga-se de passagem), e minha sobrinha, que acabou de completar 5 anos e já é uma pessoinha, com pensamentos e opiniões, acho que aí que começa a ficar divertido. Primeiro, ela não sabe que eu estou chegando, vamos fazer uma surpresa: eu vou entrar no Skype com ela, de dentro da casa dela. Vai ser divertido. Depois, quero fazer uma entrevista com ela, em vídeo, para que ela possa ver quando crescer, basicamente por que eu não tenho nem um pedacinho de vídeo meu quando eu era piá, falando.

Quando me perguntam de saudade de Porto Alegre, a verdade é que não tenho. Da última vez que fui, na Copa, há três anos, notei que qualquer coisa da qual eu tivesse saudade, não estava mais lá. Não faz mais sentido. Até o apartamento onde eu cresci está sendo depenado agora mesmo, para ser alugado. Acho que o ciclo de mudança para a Austrália finalmente se definiu, até por que, quando eu voltar, posso pedir minha cidadania Australiana. Aí a coisa fica séria! Ou não, também me permite poder morar em outros lugares, de repente. Vamos ver.

Claro que tem a saudade das pessoas, dos amigos, da família e até as pessoas em si, os brasileiros, sempre que vou acabo fazendo novos amigos, conhecendo amigos de amigos, gente muito boa. Existe um perfil de pessoa que vai à Australia todos os dias, a maioria vai pela aventura, vai para passar um ano ou dois e acabou. Em geral, não me identifico muito com eles.

Nesses três anos, estive um pouco ausente aqui, tenho plena consciência, é quase de propósito. Muita coisa aconteceu que eu gostaria de ter registrado aqui, por mais que ninguém leia, é bom manter um diário, para descarregar e também para poder reler no futuro, ter uma ideia clara de como eu pensava em certa data, quais eram meus planos e expectativas e depois comparar com o que aconteceu.

Vamos ver se consigo me disciplinar para voltar a escrever aqui.

Agora estou no vôo Sydney-Dubai, onde vou passar uma semana com minha família, já que o meu irmão Feli resolveu virar um dos melhores vendedores da Prudential no Brasil. Dali, com mil dólares a mais, ia até o Brasil, então resolvi fazer essa pausa, não tirava férias fora do Natal desde a Copa de 2014, esse é o lance do freelance, ninguém paga pelas tuas férias, sempre significa gastar dinheiro sem fazer dinheiro algum. Mas tudo bem, na verdade estou me forçando a isso como uma forma de partir para a próxima etapa da minha carreira, que é tentar fotografar bem mais do que dar assistência a fotógrafos. Venho fazendo isso mais e mais, mas de uma maneira natural, quero dar um gás consciente e planejado.

Cenas dos próximos capítulos.

PS: que massa é a Emirates, eles te dão TALHERES DE VERDADE. E o vôo está meio vazio, tenho três assentos para poder deitar atravessado, tenho meu travesseiro de estimação que trouxe de casa e um voo de 14 horas para dormir. Isso é empolgante! 😉

Música 2016

Vale notar que esse é o primeiro desde o nascimento do Sambamaioral em 2003 em que não faço um post no blog. Um pouco triste.

Nesse ano, o last.fm resolveu fazer por mim o trabalho de contabilidade e lançou esse link aqui. Mesmo assim, vou fazer o registro:

Artistas

Sem muitas surpresas, mas o Blood Orange entrou com força no final e garantiu um lugar no pódio. Show deles no dia 20 de janeiro, por sinal. Os dois primeiros, Bon Iver e M83, vieram acompanhados de dois shows excelentes, um na Opera House e outro no Enmore.

A lista dos primeiros 20, dos quais 4 eu vi ao vivo nesse ano (mais Deftones e Grimes):

Artistas 20

Albums

Entre os álbums, 3 de 2016, 1 de 2013 e um de 1974.

A lista completa, metade dos discos são de 2016:

Albums 20

E, finalmente, as músicas mais escutadas:

Músicas

Pela primeira vez em muito tempo nenhuma músicas instrumental no meu top 20.

Filmes 2016

acho que não teve para ninguém esse ano: arrival levou o troféu, com folga. por mais aleatórias e arbitrárias que sejam essas notinhas que dou aos filmes, por algum motivo elas sempre fazem sentido.

melhor:

arrival 9.5

muito bons:

swiss army man 8.9
the revenant 8.8
hateful 8 8.8
the lobster 8.7
deadpool 8.7 
war dogs 8.6
sausage party 8.6
nocturnal animals 8.6

bons:

nice guys 8.5
tangerine 8.5

captain fantastic 8.5
the big short 8.5
civil war 8.4
hacksaw ridge 8.3
Trumbo 8.0
Steve jobs 8.0

medíocres:

batman vs superman 7.7
jason bourne – 7.5
spotlight 7.5
burnt 7.5
the jungle book – 7.5

the secret life of pets 7.5


bobby 7.2
the good dinosaur 7.0
julieta 7.0
miles ahead 7.0
joy 6.7

terríveis:


Zoolander 2 5.8
zootopia 5.0
grimsby 3.0