Never take sides against the family again

No banheiro de um lugar que vende iogurtes em Sitges, tem esse quadrinhos. Eu tinha visto uma outra vez, mas tava sem a câmera. Dessa vez registrei. Simpáticos, apesar da cara bizarra do John Travolta.

Chain of fools

Não fumar tem sido uma das coisas que mais me prejudicam socialmente nesse trabalho.

As pessoas se encontram na entrada do prédio pra fumar logo de manhã, eu só passo e dou um “oi”. Um grupo faz pausas a toda hora para um cigarro. Na hora do “café da manhã”, passam meia hora num bar enfumaçado. Eu tomo café da manhã em casa, antes de sair. Depois do almoço, enquanto a maioria vai para um bar tomar café e encher os pulmões de fumaça, eu vou para a sala de descanso deitar numa poltrona reclinável para ouvir música e dormir um pouquinho. No fim do dia, todos param na porta para fumar e conversas, eu vou buscar uma bicicleta na estação e vou embora.

-Num episódio de Friends, a Rachel começa a fumar só pra saber das fofocas no trabalho.

-Conheci uma guria em Londres que começou a fumar só pra poder ter breaks no pub onde trabalhava.

Não fumarei.

No joke

Queria desejar feliz aniversário ao meu irmão Pedro, que faz 21 anos nesse 25 de Novembro. E afirmar que não dou a minha calça de pijama do Southpark, que foi interceptada, de presente. A calça é minha, safado! 😉

Before the damage is done

Show do Arcade Fire ontem. O show foi bom, dentro do esperado, palco belo, efeitos bonitos no telão. A banda é diferente da maioria, uma galera no palco, todo mundo pilhadíssimo, suado, dançando e pulando. Muito longe do BLAZÊ que domina muitos concertos.

O setlist foi bem satisfatório, dividido entre Funeral (o melhor) e Suburbs (o mais novo). A melhor do show acho que foi “Tunnels”. As novas ainda não estão totalmente afiadas ao vivo (“Sprawl II” decepcionou um pouco), a melhor talvez tenha sido “Month of May” ou ” Rococo”. Neon Bible foi bem representado, porém, com “Intervention”, “No Cars Go” e “Keep the car running”. Faltou “Ocean of Noise”, pra mim. E não custava mandar uma das apoteóticas, “In the back seat” ou “My body is a cage”.

Enfim, fica a impressão de que, apesar do belo espetáculo, bom mesmo é show de primeiro disco, menos gente, palco menor. Show em arena perde muito a força.

What are you, a trigger man now?

The Town – Levei minha mãe para assistir ao novo filme dirigido pelo Ben Affleck. Destaque para a atuação do Jeremy Renner, coadjuvante excelente. Curtimos bastante. Recomendo. Provavelmente o melhor longa NORMAL* do ano, até agora. Só achei que tem UM probleminha, mas não falarei agora por que entrega o final. – Nota 9.3

*Toy Story é animação (covardia) e Inception é filme COM TRUQUE.

Mais um Pinto no mundo

Como eu falei ontem, meu primo Fábio acabou de ter seu primeiro filho, chama-se Matheus e nasceu grandão, ontem, em Porto Alegre. Recebemos as primeiras fotos por email hoje.

Não sei qual dos dois parece mais apavorado…

Parabéns à família toda, papai Fábio, mamãe Tati, tia Pati, Vô Osmar e Vó Nane. Vão se acostumando com os novos títulos! 😉

Rano Pano

Eu tenho certeza de que todo mundo tá de saco cheio de ver fotos que eu tirei em Sitges. Certamente tem umas fotos muito parecidas com outras levas de Sitges, mas azar. Aproveitei o belíssimo dia do sábado passado para levar minha mãe à cidadezinha. No fim do dia, um belíssimo pôr-do-sol.

Mas nós, amadores que somos, saímos da beira do mar logo que o sol se escondeu. Quando entramos no trem pra voltar pra Barcelona, nos demos conta da cagada: o céu virou um rosa incrível, parecia uma tempestade de algodão doce. Só me restou tirar umas fotos PODRES de dentro do trem. O sentimento que me deu foi exatamente esse: quando tu vai num show e acha que já terminou, vai embora. Quando tá na rua, escuta que a banda voltou e tocou tua música favorita. Affff.

Ou quando o Beto quis ir embora cedo de Grêmio 4 x 4 Fluminense. Perdemos os dois gols de empate do tricolor, marcados por RÔMULO e Herrera.

Hoje saí do trabalho (ADORO sair 15:00 do trabalho na sexta-feira) e fui dar uma volta geral de bicicleta com a mãe. Acabamos na Sagrada Família. Passando na frente, vimos a porta aberta e entramos. Caímos dentro da capela subterrânea da igreja e assistimos a uma missa inteira (porém curta) em italiano. Uma experiência interessante. Só faltou comer a hóstia. A missa foi dedicada ao primeiro filho do meu primo Fabio, Matheus, que nasceu há 3 horas, no Hospital Moinhos de Vento em Porto Alegre.