Children of men

Continuando as fotos pro Facity, usei hoje dois hóspedes do nosso singelo apartamento como modelos. Dois excelentes escandinavos, ele é da Suécia, ela da Noruega.

Primeiros dois com olhos claros, o que é ótimo, fica muito bonito nesse tipo de foto (não só nisso, claro). Os olhos dele, eu tive até que dar uma dessaturada, senão não iam parecer reais, de tão verdes. E ela, como muitos já devem ter notado, é A CARA da Julianne Moore. Se fosse filha dela, não seria tão parecida. E é atriz, também.

Tenho feito essas fotos rindo, tambem, aproveitando os modelos. Gosto delas.

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Stay and the night would be enough

Depois de duas semanas em negociações para um trabalho que não era pra mim, resolvi aproveitar minha liberdade atual para fazer uma viagem de duas semanas. Entre 2 e 15 de junho:

1.Passarei sete dias com o irmão Cagado (aka CIGARRO), que no momento faz um estágio em Berlin, cidade da qual espero MUITO, deve ser massa pra caralho.

2.Três dias em Milão, em albergue, fazendo uma correria pra tirar umas fotos e ver o que tem de bom por lá.

3.Cinco dias em Lisboa, entre 10 e 15 de junho. A princípio, teria hospedagem por lá, mas furou, então acho que vai ter que rolar um alberguezinho amigo, mesmo.

Aceito sugestões de turismos, dicas de cocheira e etc. Voltarei bem no dia em que o Brasil estreia na Copa do Mundo, evento que sorverá bastante do meu tempo quando eu voltar pra Barcelona. 😉

Feel a little spaced out

Tarde de brownies e cava no Parque da Ciutadella, eu, Chi e Bruna.

Um “PS” sobre essa foto rosa da Chi, ali no meio. É impressionante como o .RAW retém uma gama imensa de informação. Aquela foto ali estava totalmente preta, errei totalmente a fotometragem. Mesmo assim, puxei ela ao máximo (4 pontos + luz de preenchimento) e tinha bastante coisa na foto. Gostei do estilo.

Mil corações

Semana passada, seguindo uma dica do Francisco, comprei um pedação de picanha em uma banca argentina da Boquería. Bom preço, 6,90 o quilo. Fiz apenas com sal grosso e azeite, 45 minutos no forno a 180 graus e VOILÁ, ficou bem gostosa. Três dias depois, comprei outro pedaço, pra fazer igual e tava meio PODRE. AFFF. Que nojo, sinto o cheiro de carne CANSADA até agora. Tinha um ranço de SUOR, mesmo depois de cozida, não rolou. Levei lá e peguei o dinheiro de volta. Não sei quando vou conseguir

E em outro dia, comprei 300 gramas de coração de galinha, pra experimentar. Temperei com sal fino, pimenta, azeite e umas cebolinhas, coloquei umas batatas pra assar junto. Ficou muito bom, bom molhinho também, com a água que sai das batatas e mistura com o tempero da carne. Deu pra POTCHAR aquele pãozinho no fim.

Dei pra Chi experimentar, ela nunca tinha comido. Fiz ela comer de olhos fechados o primeiro, sem saber. Ela foi brava, comeu lá uns sete, enquanto eu comi vinte.

Ask me nicely

Robin Hood – Hmmm, nada perto do que eu esperava. Também, não tenho certeza do que eu esperava. Só sei que não curti muito, parece um remix aleatório de um monte de cenas de filmes de ação passados na idade média. Fato: não tô NEM AÍ pra origem do Robin Hood. Acho que deveria ter esperado pelo Robin Hood 2. Nota 7.5

So swoon, baby

E o último dia, que foi bem aproveitado. Uma parceria que esse hotel faz que eu nunca tinha visto: se tu precisa fazer check out ao meio dia, mas ainda vai passar o dia na cidade, eles disponibilizam um quarto vazio, com banheiro, para as pessoas deixarem as malas.

Deixamos a bagagem ali, passamos o dia na praia, jantamos e, pelas oito e meia da noite voltamos para o hotel, tomamos um banho e partimos para pegar o trem para Barcelona. Parceria rara.

Tchamei, Sitges!

Freedom Fog

Deu tempo até de cair uma neblina, parecida com o daquele dia em Barceloneta.

Pode-se notar que estou usando exatamente a mesma roupa em todas fotos. Explica-se: quando se é um NUDISTA, tu acaba usando a roupa apenas nos deslocamentos. A maior parte do dia, ela fica dentro da mochila mesmo. 😉

Mesmo depois de toda experiência, não cheguei a uma conclusão sobre o nudismo. Por um lado é interessante, ver pessoas nuas, estar nu, há uma troca, uma cumplicidade, mas também é meio que um zoológico. Eu gosto de coisas explícitas, mas também sei que há um valor no esconder, no revelar, no mostrar. Porém, o valor de mostrar está implícito no esconder. E o bronzeado sem a marquinha do biquini não tem o mesmo valor: a pessoa só está mais escura. A marquinha é a referência, é o valor do bronzeado. Já não sei mais nada.

Outra situação estranha: estávamos tranqüilos na praia, curtindo o teto da caverna, quando nos liga uma amiga (M.I.A.) que está na cidade para comprar uns móveis. Ela pergunta onde estamos, quer nos encontrar. Ok, eu explico, digo que estamos na praia de Balmins, bem no meio, numa caverna, bem onde as pessoas ficam NUAS. Ok, vinte minutos depois ela aparece com o namorado e o Dario. Numa fração de segundo, a Chi, que estava de topless, viu o namorado dela (Agassi) aparecendo no canto da praia e desaparecendo. Dois minutos depois, vem só a mina e conversa com a gente, visivelmente constrangida.

Bueno, se ela sabia que estávamos em uma praia de nudismo e quis nos encontrar, não vai ser por que, de repente, uma pessoa que eu conheço está vindo que eu vou me encher de pudores. Tá na chuva é pra se molhar, minha filha. 😉