2013 em filmes

Para 2013, 43 filmes a declarar. Um pouquinho menos de um por semana, já fui bem melhor. Alguns deles não são desse ano, mas quem se importa?

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Acho que temos um top 8 sólido. Eu faço essa lista mais para controle interno, mas muitas vezes serve para quando alguém me pergunta: tem algum filme para sugerir?

O resto, em ordem de gostosura, conforme minha cabeça no momento da nota. Alguns podem pensar que sou fácil de agradar. Eu prefiro pensar que consigo aproveitar o lado bom das coisas, mesmo de um filme medíocre. Qualquer coisa acima de 8 vale a conferes, na real.

Searching for Sugarman9.5

Life of Pi 9.5

Prometheus9.2

Gravity9.2

Before Midnight 9.1

Marina Abramovic: Artist Is Present9.0

Monsters University.9.0

Django9.0

Perfect Sense8.9

This Is The End8.8

The Hunger Games – Catching Fire8.8

The Great Gatsby8.8

Oz the Great and The Powerful8.8

Silver Linings Playbook 8.8

This Is 408.6

Looper8.5

Flight8.5

The Master8.5

The Impossible8.5

Now You See Me8.5

We’re The Millers8.5

Man of Steel8.5

Frances Ha8.5

Mr. Nobody8.5

Spring Breakers8.5

The Incredible Burt Wonderstone8.5

The Conjuring8.4

Total Recall8.3

The Croods8.3

The Way Way Back8.3

Perks of Being a Wallflower8.2

Only God Forgives8.2

Sleepwalk With Me8.2

I Am Bruce Lee8.0

Robot and Frank 8.0

Kickass 2 – 8.0

Sound City8.0

Ice Age 47.0

Drinking Buddies7.0

Amour6.5

jOBS6.5

Jack The Giant Slayer6.0

The Internship3.0

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2013 no ouvido

Pode-se dizer que em 2013 eu fui bastante relaxado, não procurei nada muito novo. Ouvi muita velharia, muita coisa que só se pode ouvir sozinho, em headphones. Incluindo aí trilha sonora da novela Tieta, músicas de Madonna e Laura Pausini e o artista sensacional que faz covers de trilha de videogame ACAPELLA, Smooth McGroove, que eu ouvi muito no meu iPod Shuffle, nos primeiros meses na Austrália, enquanto corria e suava para tentar perder os quilos que ganhei durante os cinco meses de férias no Brasil.

Ele e mais outros três foram artistas que escutei em 2013 que eu não vinha escutando antes: The Radio Dept, Rodriguez, Frank Ocean e Volcano Choir.

The Radio Dept eu só tinha ouvido na trilha sonora de Marie Antoinette, mas nunca tinha prestado atenção. Foi um dos casos em que explorar a biblioteca de outras pessoas no Last.fm vale a pena. Quando eu vejo uma banda sendo a mais escutada por uma pessoa, algo de bom ela tem que ter. Foi assim que descobri Of Montreal.

Rodriguez foi, obviamente, por causa do documentário. Frank Ocean é muito bom. E Volcano Choir, o disco antigo deles eu não tinha curtido, mas o novo é como se fosse um Bon Iver inédito. bom demais, com certeza o disco novo que mais ouvi este ano.

Os discos novos que mais escutei:

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Volcano Choir – Repave
Vampire Weekend – Modern Vampires of The City
Daft Punk – Random Access Memories
Cass McCombs – Big Wheel and Others
Arcade Fire – Reflektor
Rodrigo Amarante – Cavalo
The National – Trouble Will Find Me

Esses são mais antigos, mas ficaram no topo da lista em 2013, muito rodados:
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Frank Ocean – Channel: Orange
Radio Dept – Clinging to a Scheme
Deftones – Koi No Yokan
Father John Misty – Fear Fun
Sixto Rodriguez – Cold Fact

Aquela que recebe o troféu e música mais rodada de 2013: Smooth McGroove – Dire Docks Acapella

Seguida de perto por Laura Pausini – Destinazione Paradiso, vício meu, motivado pela minha vontade de aprender italiano.

A música de 2013 que eu mais escutei é na verdade um cover de um hit, The Stepkids – Get Lucky.

E a música SÉRIA de 2013 que eu mais escutei, vem apenas em décimo quarto na lista geral: Volcano Choir – Acetate. Muito boa, porém.

Aqui os resumos do Last.fm, para registro:

E, para fechar o ano, fiz um Mixcloud com algumas das músicas mais apresentáveis que eu escutei este ano.

Destaque para Jig-Saw Puzzle, dos Stones. Eu adoro Rolling Stones, gosto mais deles que de Beatles, mas nunca escutei toda discografia. Estou fazendo isso aos poucos. Então, todo ano, descubro uma música nova para mim. Essa maravilha é a do ano.

Como disse, tem muita coisa que escuto de maneira PRIVADA, em headphones. Os meus dois momentos de escutar música atualmente são bem definidos:

1.Em estúdio, com um monte de gente, trabalhando, com playlists pré-definidas ou feitas na hora. Como é muita coisa variada, como se fosse um rádio, essas músicas acabam não entrando nas estatísticas do Last.fm

2.Nos fones, enquanto ando de bicicleta. Nesse caso, limita um pouco ao que tenho no celular, que só tem 16GB de espaço. Não tenho mais levado meu iPod pra rua – na verdade tenho usado o coitado muito pouco, ele tá meio capenga (pausa sozinho se estou em movimento). Só uso quando escuto em casa, com ele paradinho, ligado às caixas de som.

Sobre shows, nada a declarar, tenho quase certeza de que não fui em nenhum em 2013, talvez pela primeira vez nos últimos 20 anos. Posso estar enganado.

Venga, Colibri

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Pois, pela primeira vez desde o Brasil, tiramos uns dias de férias totais. O destino: Airlie Beach, na região de Whitsunday. No segundo dia, por que o tempo tava bom, já fizemos um dos passeios de barco que duram o dia todo. Mergulhamos, comemos na praia, etc. Nos dias seguintes, a previsão era de chuva e acabamos ficando meio amorcegados no hotel, que era bem bom, com uma piscina sincera e um supermercado colado. Outro fator que contribuiu para nossa preguiça, foi um casal de suecos que estavam hospedados no mesmo lugar. Por sinal, ela é jogadora de futebol profissional, já jogou com a Marta no campeonato sueco. Muitas horas passamos com eles na piscina, fizemos um churrasco na área comum, no exato momento em que caiu uma chuvarada fenomenal. Gente finíssima.

Nos dias seguintes, até fomos à gostosa lagoa artificial no centro de Airlie Beach. Acabamos deixando para marcar a tour mais importante no último dia, o que acabou sendo um erro, por que era o primeiro dia de tempo perfeito, sem vento, na semana, por isso estava tudo lotado. Pena. Mas tudo bem, por que era o dia do aniversário da Chi e tínhamos uma janta planejada. O problema é que o restaurante onde planejávamos comer estava lotado. Acabamos indo no plano C, um restaurante marroquino. Acabou surpreendendo, muito bom. E foi ali, depois dessa janta, que rolou o momento pelo qual essa viagem vai ficar marcado: fiz o pedido da mão da minha senhorita. E ela aceitou. Aê!

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Mal sabia ela que eu já tinha os anéis desde o Brasil, só estava esperando um momento legal para fazer o pedido. Estavam os dois anéis escondidos dentro de uma meia de inverno desde Abril! Detalhe massa: são as alianças dos meus pais, que minha mãe me deu especialmente. 🙂

Pois agora fica todo mundo no “E quando é o casamento?”. Pois não sabemos. E só de pensar na impossibilidade de fazer uma festa na Austrália e no Brasil ao mesmo tempo, já me tira a motivação. O que fazer? Não sei. A pensar. Uma hora dessas brilha alguma ideia.

Mais algumas fotos, aqui no álbum do FB.