More to come

O que rolou foi que tive que sair por aí a fazer um trabalho muito legal. E, como não tinha a carteira de motorista necessária, tive que contratar um motorista, que acabou sendo assistente também.

Se eu não tivesse falhado no teste de direção, nunca teria gasto o dinheiro que precisei pagar para ter um motorista. Mas acabou que tive um assistente e isso foi muito importante para que o trabalho saísse excelente.

Quem quiser conferir alguns dos retratos que fiz nessa viagem, pode ir aqui. Para vê-los dentro do layout do site, entre aqui. E, para ver o site inteiro, incluindo as fotos que outros fotógrafos fizeram em outros lugares, entre aqui (funciona melhor no Firefox).

Foi um trabalho bem divertido, que me proporcionou viajar até Byron Bay, um dos meus lugares preferidos da Austrália, além de Hunter Valley e Newcastle. A parte de fazer os retratos foi bastante fácil, complicado foi entrevistar as pessoas.

Uma pequena historinha de karma, para quem acredita nisso:

Depois de Abril ter sido um dos meses mais fracos desde que cheguei aqui, em Maio bati meu recorde DA VIDA de trabalho em um mês apenas. Bastante gratificante. E tudo isso começou a acontecer no dia seguinte a ter ido ao hospital fazer aquele trabalho voluntário. Esse mês, no primeiro dia livre que tive, voltei lá para pagar minhas dívidas. 😉

Abaixo, algumas fotos de bastidores e outras coisas das últimas semanas.



















E foi isso. Ah, sim, agora já posso dirigir de novo.

Long time no see

Alô. Quebrando o que provavelmente foi o maior silêncio da história desse blog, justo quando ele completou dez anos de idade. Sempre lembrando que o INSTA tá sempre ativo.

Muita coisa andou acontecendo, muito trabalho, algumas mudanças e a maior novidade é que estarei passando duas semanas no Brasil entre 28 de junho e 14 de julho. Saio de Porto Alegre um dia depois da final da Copa.

Achei uma passagem não muito cara, comprei, com o principal intuito de ver a família, especialmente minha sobrinha Luíza, com quem tenha batido uns papos no Skype.

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Também estarei presente para o aniversário da minha mãe. Mas há pouco tempo consegui um ingresso para o jogo do dia 30, o #54, que deve ser Portugal/Alemanha x Bélgica/Rússia, se não der nenhuma zebra. Única burrada foi ter comprado apenas um ingresso, depois fiquei sabendo que tinha muita gente querendo, inclusive meus irmãos. Vou acabar indo no jogo sozinho, quando poderia ir de galera.

Agora a ideia é intensificar bastante o trabalho por aqui, nessas duas últimas semanas, para poder passar quinze dias tranquilos no Brasil, curtindo a Copa em horários não-desumanos, vendo os amigos e a família.

E na volta do Brasil, será a hora de pagar meus impostos por aqui, pela primeira vez pagarei por um ano inteirinho. Vai ser legal ver minha planilha totalmente preenchida, com as médias, todos valores certinhos. Aí é só entregar para o contador e correr para o abraço. Vamos ver quanto da minha poupança esse leão vai morder.

De quebra, algumas fotos que saíram nos últimos tempos, incluem algo da Biennale, Anzac Day e Coogee. O resto das fotos, aqui.

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Saídas & Entradas

E passaram as festas, finalmente, o ano novo está aí.

Tenho uma pilha de fotos aleatórias para postar, alguns assuntinhos a tratar, para quem tempo para sentar e bater um papo.

Como tiramos uma semana de férias no início de dezembro, meu mês, financeiramente, foi bem fraco, bateu mais ou menos na metade da média, infelizmente. Mas tudo bem, relaxamos. Último dia de trabalho do ano foi ajudar a organizar a festa de Natal do pessoal querido com quem trabalho mais regularmente. Foi bem legal, inclusive fiz umas fotos durante a festa, no estúdio, do pessoal que estava lá, todos, maioria homens peludos, vestindo o mesmo vestido. Ficou bacana.

Em outras notícias, estou me puxando para aprender italiano. Era uma coisa que eu tenho na minha lista de afazeres há tempos. Minha mãe pediu para eu achar algum app ou website que ensinasse inglês para ela, acabei achando esse excelente chamado Duolingo. É viciante, é como um joguinho. Recomendo muito. Depois que acabar o italiano, quero fazer o alemão também, para tentar melhorar um pouquinho, lembrar algo dos oito anos de estudos que tive no Dohms.

Meus melhores presentes de Natal:

1.Violão novo, cordas de nylon, menorzinho, bem macio. Com o violão METAL que o pai da Chi tinha me dado, meus dedos ficavam em carne viva. Com esse, toco por horas sem problemas.

2.Um jogo FÍSICO de Scrabble. Muito bom, jogamos quase todos dias desde que ganhei. A gente vinha jogando pelo app do smartphone, mas ao vivo é bem mais legal.

Fora isso, tivemos comemorações COMEDIDAS (duas em casa, duas na casa de outros), sem excessos, nem cheguei a beber mais que DOIS drinks por ocasião. O equivalente a QUATRO KEEP COOLERS, aprox.

Falando em bebidinhas, pouco antes do Natal, hospedamos aquele casal de suecos queridos que conhecemos em Airlie Beach. Nos presentearam quatro garrafas de uma cidra sueca chamada Rekordelig, que é tão gostosa que parece refrigerante. Viro uma garrafa dessas, com gelo, em cinco minutos. Um perigo. A de manga com framboesa é fatal.

Temos ido bastante à praia, sempre que possível, o tempo tem ajudado bastante. A pedal, a praia mais perto fica a 25 minutos daqui, é Coogee. É uma delícia. E a costa de Sydney é uma coisa de cair o queixo, fizemos a caminhada toda entre Coogee e Bondi, passando por Tamarama, Clovelly e Gordons Bay, levou duas horas, mas valeu cada segundo. Que coisa linda. Confiram as fotos todas no álbum do FÊICE. Conseguimos ver muita gente que a gente gosta nessas festas, a maioria registradas nas fotos, por que, afinal, não posso carregar minha câmera a TODOS lugares, TODOS dias. É pesadinha. Na real, só não tenho fotos do ano novo.

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Era isso por agora. Espero que tenha tido boas festas, feliz 2014!

Grainy

Sábado de manhã, fomos ao Flemington Market, que seria tipo a CEASA de Sydney. Levei a câmera, depois de muitos dias da coitada descansando em casa. Resolvi tentar contar uma história das pessoas que frequentam o mercado, tanto vendedores quanto compradores. Por mais que eu goste das minhas fotos, às vezes falta esse senso de unidade, de séries, projetos. Por isso, esse teste. Outra coisa que não faço muito: processei tudo em preto e branco. Eu adoro cor, é difícil abrir mão de algumas coisas como a cor desse peixe. Por outro lado, algumas fotos só ficam boas em p&b. E fotos fora de foco e com ruído muitas vezes ficam bem sem cor.

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Legal? O resto das fotos, aqui.

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Então hoje faz duas semanas que chegamos na Austrália. A princípio, estamos na casa dos pais da Chi, até ter um trabalho fixo e, aí sim, achar um lugar legal pra morar. Mas vai dar.

O mais essencial já foi feito com facilidade nos primeiros dias:
1.Revi Titanic e Nego, conheci sua querida namorada Gemma.
2.Comprei um computador novinho em folha, um MacBookPro bonitinho.
3.Com a ajuda do Titanic e seus parceiros da MacStore, consegui consertar meu computador antigo, que tá servindo como HD de backup e tela extra para assistir seriados.
4.Tenho um número de celular.
5.Abri conta em banco. Levou 15 minutos. Por isso que a Chi ficou tão frustrada quando passamos uma hora e meia tentando resolver umas bobagens no Banco do Brasil. Fora que pra entrar ela teve que ficar NUA, quase. Enquanto aqui o banco nem tem porta, é como uma loja qualquer do shopping. Afinal, não tem dinheiro vivo, praticamente.
6.Refiz contatos com o pessoal com quem já tinha trabalhado na outra oportunidade em Sydney.
7.Estou organizando CV e portfolios.

Algumas vezes fomos pra cidade de carro, leva pouco mais de uma hora. conseguimos estacionar na frente da casa do Nego e passamos o domingo lá. Quando vamos pra City, no mínimo é pra passar o dia todo.

Já peguei o trem daqui de Glenmore Park pro centro cidade, que fica a 50km. O trem em si é tranquilo, bem suave e silencioso, leva pouco menos de uma hora até a Central Station. Tendo um livro ou computador, passa rapidinho. E custa 9 dólares, ida e volta. O único problema é ir da casa até a estação Penrith. Única opção plausível: de carro. Ou alguém dá uma carona, ou dá pra deixar o carro de graça no estacionamento da estação. São 9km daqui até a estação. Dá 10 minutos de carro. De bicicleta, levaria meia hora. Não é ideal, mas por enquanto é o que dá, pra não ter que pagar aluguel. E os pais da Chi nos tratam super bem, claro.

Nas fotos, algo da vizinhança, algo da cidade, uma visita à vó dela (que tem uns carros velhos enferrujados no pátio e umas dez bicicletas, ela não joga nada fora), um churrasco de formatura com direito a cordeiro inteiro no espeto, em homenagem a um primo dela que virou policial, visita a Elizabeth Bay, à bela morada do amigo Nego, janta no amigo Radge, um almoço com ex-colegas de trabalho da Chi em Manly (tentação de ir morar lá) e, fechando, gostosíssimo churrasco de domingo na Maison Yusuf, para o dia das mães. Fui encarregado do hummus. 🙂

O resto das fotos, aqui.

Boipeba

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Depois de 15 horas entre vans, ônibus e barcos, chegamos à Ilha de Boipeba. Graças às dicas da Charlene: uma van saiu do Vale do Capão às 20:30, pegamos o bus em Palmeiras as 22 horas, chegando a Feira de Santana as 4:30 da matina. Conectamos com o ônibus das 5:25, que nos deixou  em Valença às 9:30, para correr ao cais para pegar lancha rápida às 10 da manhã. Depois de carregar as malas por 20 minutos sob o sol escaldante, entramos na pousada pelas 12:00. Ufa!
 
A princípio, ficaríamos uns 3 dias em Morro de São Paulo e 3 dias em Boipeba. Por causa de algumas mudanças nas datas de Recife, acabamos ficando com menos dias para a Bahia, por isso acabamos cortando Morro de SP. Acho que acabou ficando melhor assim. Boipeba é uma ilhazinha ao sul de Morro de SP. Não há carros. O céu é estrelado demais. A lua estava cheia, fazendo o mar brilhar em prateado, marcando uma sombra dura na areia. Espetacular.
 
A maior parte do tempo passamos na praia da Cueira, emoldurada por belas e intermináveis palmeiras. Com o avanço gradual da maré, as palmeiras da primeira fileira se dobram em direção ao mar, criando providenciais sombras na praia.
 
Restaurantes recomendados: Restaurante da Analia (perto do portinho) e o Panela de Barro (mais para o centro da vila dos locais).
 
Ficamos hospedados na Pousada Tassimirim, por indicação do amigo Christian. Bom café da manhã, nos dois primeiros dias foi até atendimento exclusivo, pois eramos os únicos hospedes. Mas o grande hit da pousada é a localização. A 15 minutos caminhando do centrinho, 5 minutos da praia do Tassimirim, 25 minutos da Cueira. E a prainha da frente da pousada também quebra o galho, para ver o pòr do sol de dentro da agua quentíssima.
 
Valeu a pena, como fechamento da parte tropical da viagem. Dali, pegamos a lancha rápida, depois um ônibus até Bom Despacho, daonde pegamos a balsa para Salvador. E um táxi para o hotel, que ficava perto do Aeroporto, daonde saiamos para SP na manha seguinte. Pegamos um hotelzinho meia boca, mas que tinha piscina, café da manhã e uma papagaia muito simpática que cantava “Ilari-lari-è, Ò, Ò, Ò”.
 
E vou dizer: em toda viagem pela Bahia, incluindo os lugares mais interioranos e solitários, nunca senti qualquer especie de ameaça à segurança. Muito mais seguro do que os bairros mais abastados de Porto Alegre.

O resto das fotos, também beneficiadas pela recuperação dos arquivos, está aqui. Como o computador estragou no meio da estadia em Boipeba, acabei repetindo algumas fotos no último dia.

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Tendo como guias nossos anfitriões em Pernambuco, Zenzi e Tarta, viajamos por quase três horas para chegar a uma prainha de Alagoas chamada Japaratinga. Lá, nos alojamos na pousada Doze Cabanas, que fica na beirinha da praia. Uma pena que, no último ano, a subida da maré acabou desmoronando a faixa de areia que havia na frente das cabanas, resultando num barranquinho.

Atividades disponíveis:

1.Caminhar pela praia, quando a maré está baixa.
2.Entrar na água fervendo, quando a maré está alta.
3.Comer alguns dos petiscos oferecidos no cardápio da pousada. Preços bastante honestos, pratos deliciosos. Recomendamos a posta de dourado com legumes refogados, macaxeira frita e sururu no côco. Tudo isso trazido na mesa na porta da tua cabana. De noite, belas estrelas apareceram, além de um sapão.
4.Beber. Cervejas a R$3, água de côco a R$2.
5.Deitar na rede (decidi que preciso ter uma rede na minha vida, a longo prazo)
6.Tomar sol nas espreguiçadeiras.

A diária, por cabana, vale R$150 e inclui um bom café da manhã, com sucos naturais, queijo coalho, frutas e tapioca feita na hora, entre outras coisinhas.

Estando em Alagoas, a 10 km de Maragogi (onde fui aquela vez com a promoção da Fanta), é uma ótima pedida ficar nas cabanas do Fred, bom sujeito. Uma boa parada estratégica inesperada na nossa viagem de um mês.

Aqui o resto das fotos.