Plaster Caster

Pois afinal a ideia que tivemos em Granada para matar tempo acabou virando um hobby simpático.

Outro dia comprei 12 tijolos de massinha mais umas ferramentas básicas de madeira e temos feito alguns bonecos mais elaborados.

Apresento a coleção, até agora. Há defeitos, eu sei. O cabelo do Blanka não é exatamente moicano, já arrumei depois de ter feito a foto. Mas tá divertido, toy art feita em casa.

Gosto bastante da centopeia e do polvo, também. A cobra, o porquinho e o caracol também têm seu encanto.

Essa é a estrela, o Sonic, que me puxei bastante pra fazer perfeitinho.

Próximas vítimas: Stewie Griffin e algum da Turma da Mônica.

Update: Sonic já perdeu o posto de estrela da turma. Mario Mario é o grande, agora. Passei umas 4 horas trabalhando nele e ficou simpaticíssimo. Depois me dei conta que fiz mal a parte de trás do macacão dele e que a pele tá muito bronzeada. Mas enfim, a cabeça dele tá linda. Talvez eu ainda arrume o corpo e melhore a proporção dos braços. Até sem boina ele ficou preza. Não canso de olhar pra cara dele.

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Song Poop

Pois depois de muito observar o pessoal jogando pelo Facebook, recebi um desafio do meu irmão e resolvi tentar o tal joguinho, Song Pop.

E, claro, viciei um pouco. Na primeira semana completa de competições, ganhei de 20 dos 22 adversários que tive. Dos dois que me ganharam, tem uma mina desconhecida que jogou apenas um jogo e a outra pessoa eu não sei quem foi.

Desde que tenho iPod, sempre joguei uma versão “analógica” desse jogo, que é colocar o iPod todo, com suas vinte mil músicas, no shuffle e ir tentando descobrir quem toca. Tu pode dizer que é fácil por que o iPod é meu, mas, não se engane, eu não escutei nem 40% de tudo que tem no meu iPod. 😉

Joguei muito isso com o Nego na Austrália e também com a Chi.

Inclusive, num jogo outro dia com o Nego, Song Pop me roubou. Fiz até um print screen para comprovar, meu saldo de gols era melhor, pô:

BEM JOGADO, porém, Mr. Nigga.

E é isso. Quem quiser me desafiar, é só chamar lá no Faceblue. Aliás, coloquei uma regra: com gente desconhecida, só jogo até garantir uma vantagem de 3 pontos. Com gente conhecida, jogo até cansarem. 😉

Now that’s what I call a fullhouse

Alguns registros fotográficos da última edição do glorioso Canxa Poker, a primeira da temporada 2010. Metade das chapas foram sacadas pelo parceiro Gabriel Azambuja, a.k.a. Boizinho.

Mesa claramente pequena demais pro quórum numeroso. Cumprimentos ao bicampeão anual, Robeiço, que já começou o ano com o pé direito (ou um par de ases na manga), no topo do pódium.

When Shirin cuts my hair it’s like a love affair

Tudo isso pra dizer que estava dando uma banda pelo centro e achei umas faixinhas de pulso que eu tava procurando pra secar o suor da testa quando estou andando de bicicleta sem ficar com as mãos molhadas. E que elas ficaram bem. E que eu ainda sou um bom modelo de mão. Heh.

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Parei no fliperama pra jogar Street Fighter IV. Comprei dois créditos. A máquina do Street Fighter IV é dupla, então, quando tem dois caras jogando nela, eles sempre têm que se enfrentar antes de poder jogar o jogo normal, o que é meio chato e come “ficha” pra caralho. Ainda assim, fui jogar. Escolhi a opção onde tu pode treinar por quatro estágios contra adversários que mal reagem, só pra treinar os golpes, antes de enfrentar o cara do outro lado da máquina.

Primeiro, joguei com o E. Honda, o cara era o Balrog. Eu tava indo muito bem, ganhei o primeiro round fácil. Aí o segundo já se encaminhava pra uma vitória quando o japonês louco que tava do outro lado AMARELOU e colocou outra ficha antes mesmo de acabar o round, escolhendo o Balrog de novo e, aí sim, me massacrando no canto.

Depois, joguei com a Chun Li contra o Vega e me fodi muito. Ganhei o primeiro round de novo, faltando apenas 12 segundos pra acabar o tempo, mas depois me fodi muito e, mesmo tendo tirado a máscara e a garra do espanhol pederasta, perdi. Não gostei nada da Chun Li, os golpes especiais são fracos e dois golpes normais que faziam parte da MANHA de ganhar com a chinesinha foram abolidos: a VUADERA média que era uma pisadinha no côco do adversário e o soco médio que dava um IPPON no oponente, muito eficiente. Aí fica difícil, mesmo. Sem contar o HIKOKEN, que é a pior e mais fraca espécie de HADOUKEN da história dos videogames.