Boipeba

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Depois de 15 horas entre vans, ônibus e barcos, chegamos à Ilha de Boipeba. Graças às dicas da Charlene: uma van saiu do Vale do Capão às 20:30, pegamos o bus em Palmeiras as 22 horas, chegando a Feira de Santana as 4:30 da matina. Conectamos com o ônibus das 5:25, que nos deixou  em Valença às 9:30, para correr ao cais para pegar lancha rápida às 10 da manhã. Depois de carregar as malas por 20 minutos sob o sol escaldante, entramos na pousada pelas 12:00. Ufa!
 
A princípio, ficaríamos uns 3 dias em Morro de São Paulo e 3 dias em Boipeba. Por causa de algumas mudanças nas datas de Recife, acabamos ficando com menos dias para a Bahia, por isso acabamos cortando Morro de SP. Acho que acabou ficando melhor assim. Boipeba é uma ilhazinha ao sul de Morro de SP. Não há carros. O céu é estrelado demais. A lua estava cheia, fazendo o mar brilhar em prateado, marcando uma sombra dura na areia. Espetacular.
 
A maior parte do tempo passamos na praia da Cueira, emoldurada por belas e intermináveis palmeiras. Com o avanço gradual da maré, as palmeiras da primeira fileira se dobram em direção ao mar, criando providenciais sombras na praia.
 
Restaurantes recomendados: Restaurante da Analia (perto do portinho) e o Panela de Barro (mais para o centro da vila dos locais).
 
Ficamos hospedados na Pousada Tassimirim, por indicação do amigo Christian. Bom café da manhã, nos dois primeiros dias foi até atendimento exclusivo, pois eramos os únicos hospedes. Mas o grande hit da pousada é a localização. A 15 minutos caminhando do centrinho, 5 minutos da praia do Tassimirim, 25 minutos da Cueira. E a prainha da frente da pousada também quebra o galho, para ver o pòr do sol de dentro da agua quentíssima.
 
Valeu a pena, como fechamento da parte tropical da viagem. Dali, pegamos a lancha rápida, depois um ônibus até Bom Despacho, daonde pegamos a balsa para Salvador. E um táxi para o hotel, que ficava perto do Aeroporto, daonde saiamos para SP na manha seguinte. Pegamos um hotelzinho meia boca, mas que tinha piscina, café da manhã e uma papagaia muito simpática que cantava “Ilari-lari-è, Ò, Ò, Ò”.
 
E vou dizer: em toda viagem pela Bahia, incluindo os lugares mais interioranos e solitários, nunca senti qualquer especie de ameaça à segurança. Muito mais seguro do que os bairros mais abastados de Porto Alegre.

O resto das fotos, também beneficiadas pela recuperação dos arquivos, está aqui. Como o computador estragou no meio da estadia em Boipeba, acabei repetindo algumas fotos no último dia.

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