Please don’t confront me with my failures, I had not forgotten them

Bom, no fim nem deixei o tradicional post de saída.

Últimos dias foram ok, apenas aproveitando, sem muito stress, conforme a chuva permitia.

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Como sempre, estou absurdamente lotado de coisas nas malas, até estourei o peso de 2 malas de 32 kg, mas consegui rearranjar as coisas sem perder demais. Deixei pra trás pouca coisa, entre elas uma camiseta pro Titanic (valeu pela carona pro aeroporto) e um tênis pro Nego (valeu a parceria na casa, sabemos que morar junto é complicado às vezes, mas acho que saímos praticamente ilesos dessa experiência).

Na última noite em Sydney, Oxford Street estava completamente lotada e vi umas das brigas mais sangrentas da história. QUATRO camburões de polícia chegaram pra recolher, depois que a alguns tiras à paisana algemaram os esquentadinhos. Entre outros destaques, o Nego achou um chapéu legalzinho do lado de uma máquina de jogo. Nessa máquina, a Chi jogou um dólar e, depois de uns 10 minutos de emoção, chegamos a ganhar 3,80, depois baixou de volta pra 80 centavos até fechar, no final, com sensacionais 19 dólares de prêmio. Yessss.

No mais, valeu a todos pelo ano excelente que tivemos na Austrália. Há 365 dias, eu disse que, se voltasse, teria sido por que fracassei. Acho que fui muito severo comigo mesmo. A viagem e tudo que ela me proporcionou não poderiam ter sido melhores. Ganhei muita experiência na minha área de trabalho, como não poderia ter conseguido de nenhuma outra forma. Ainda tive a chance de tirar férias duas vezes em destinos sensacionais (uma tia de Manaus perguntou se eu conheci a GAL COSTA na Australia – ela se referia a Gold Coast).

Ao longo das 21 horas de viagem, assisti JCVD, Tyson e Linha de Passe no vôo (no meu computador, por que Aerolineas não rola filminho), além dos últimos 3 episódios de Family Guy que faltavam ver.

Agora vamos ver o que tem nesse Porto Alegre pra aproveitar.

-=-=-

Cheguei com 2 horas de atraso, Feli e Beto tinham ido direto do jogo do Grêmio pra me buscar e tiveram que ficar esperando. Na ADUANA, nenhum problema. O fato de eu ter perdido minha declaração de bens junto com meus passaportes em Paris acabou desviando qualquer outro assunto relativo a limite de U$500 em eletrônicos e tudo mais. Não que eu tivesse estourado, mas seria ruim ter que desfazer a mala. Na real, a gente sempre se preocupa HORRORES com essas merdas e nunca dá nada. Tava todo mundo muito mais preocupado com a gripe suína (staff de todos os aeroportos usando máscaras).

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A janta de boas vindas foi excelente, tradicional carreteiro na casa do Tio Osmar. Só faltou carcar um pouco mais na pimentinha, tio. Já de chegada, jogarei aquele futsal confirmado da segunda de noite.

E uma diferença sensível entre Australia e Brasil: aqui a internet VOA SEM LIMITES.🙂

9 comentários sobre “Please don’t confront me with my failures, I had not forgotten them

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