Further on up the road

Bah, ando muito cansado ultimamente. Preciso dormir um pouco mais. Não posso ficar batendo cabeça. Pelo menos agora tá bem movimentado o trabalho, não dá nem tempo de eu ficar com muito sono. Mas preciso dormir mais, sim.

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Pois esta semana estou meio sem quarto. O Nego está hospedando duas minas finlandesas que ele conheceu numa viagem. Elas pediram pra ficar aqui em casa, ele pediu pra eu colaborar cedendo algum espaço. Então elas tão no meu quarto até sexta-feira e eu dormindo no quarto do Nego. Não dá nada, afinal, quem nunca precisou de uma cama pra dormir, né? E elas são gente boa, parece, não tive a oportunidade de conversar muito e provavelmente nem terei.

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A torradeira que eu tinha comprado queimou. De algum jeito, o cabo derreteu (acho que em contato com o forninho que fica do lado dela), e acabou dando um curto-circuito duas vezes, uma sexta passada, outra hoje. Eu que estava precisando de mais uma torradeira pra colocar lá no escritório, agora não tenho nenhuma.

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Gui confirmou visto e passagem pra vir visitar a Austrália em janeiro. Deve ficar por um mês, provavelmente hospedado aqui em casa. Ainda tenho que checar com os landlords a possibilidade. E preciso conversar com meu chefe sobre a viabilidade de tirar uns 5 dias pra poder sair por uma semana em alguma viagem com o Gui. 

Acho que ficar uma semana de turista em Sydney não é uma boa, não tem tanta coisa pra ver, creio eu. Tem praias, claro, mas acho que não vale a pena vir até aqui e não sair da região. Isso vai depender do tempo de folga que conseguirei, ainda estou estudando as possibilidades de viagem na época. A única coisa que sei é que em 24 de janeiro tenho que estar de voltar, por que tem show do Neil Young com My Morning Jacket.

O Gui tá bem empolgado pra vir, afinal, tá com quase 26 anos na cara e nunca saiu da América do Sul. TÁ NA HORA. Hehe. Mas mesmo assim eu ainda me sinto com muita responsabilidade, pedi ajuda da Di, minha colega de trabalho, pra planejar um roteiro pra estadia dele.

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E outro dia no Oxford Art Factory, encontrei, por acaso, o Tony e o Lukasz, meu ex-colegas de casa de Londres. O Tony me cumprimentou, depois fui apertar a mão do Lukasz, que não via havia quase 4 anos (o cara mais alto nessa foto) e, claro, ele não me reconheceu. Constrangí-o-o, apertando a mão por tempo demais e, ainda assim, não reconheceu. Hehe. Inacreditável, acho que sou que nem o Howard Moon, tenho uma cara esquecível. Ou é por que da última vez que nos vimos, eu estava com uma barba bem grande. Mas ainda assim, é um despautério tu não reconhecer um cara com quem tu morou durante um mês. Eu acho, por que eu reconheço todo mundo, sempre.🙂

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