Adios, La Roja

Depois de vários pequenos incidentes, acabei desistindo e vendi minha bicicleta de volta pra lojinha onde comprei. Por metade do preço que paguei.

Me serviu bem por um ano e meio, mas eu tinha perdido uma peça importante e meio rara que deixava ela toda instável, a correia estava caindo, até que um dia me cortaram a correia (gente fina da Barceloneta). Demorei três dias pra consertar, quando o fiz, um dia depois me aparece o pneu completamente no chão. Cheguei à conclusão que tinha alguém sabotando a bici e resolvi não consertar mais, larguei de mão.

Agora fico na mão do Bicing, que não é ideal, mas quebra o galho. O maior inconveniente de não ter minha própria bicicleta é não poder dar uma paradinha no supermercado para pegar algo. Tenho que estacionar a bici e depois ir até minha casa caminhando, o que vai me custar vários minutos cada dia. E, claro, no dia do futebol, sexta de noite, agora tenho que ir de Bicing + Metrô, trajeto que eu fazia todo de bicicleta e me levava 40 minutos, mais ou menos o mesmo tempo que levo de trem, porém grátis e com exercício. Uma pena. São 20km de bici a menos que farei por semana.

Aproveitei o momento da venda para falar um pouco mais com o tiozinho que consertava a minha bicicleta. O nome dele é José Cerdan, tem 72 anos, é aposentado, tem licença para trabalhar quatro horas por dia e conserta bicicletas praticamente por hobby, por que o faturamento da oficina é baixo. Me contou a história da vida dele, mas não divulgarei. ;)

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